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A farsa eleitoral da extrema direita começa a desmoronar diante de mais um escândalo de corrupção e de baixaria familiar. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, registrou uma queda acentuada de popularidade, especialmente entre os eleitores de direita não alinhados ao fanatismo de seu clã. Em simulação de segundo turno, a preferência por ele nesse segmento desabou de 90% em março para 74% em julho. O recuo também alcançou os seguidores mais radicais, grupo no qual o apoio ao parlamentar oscilou negativamente de 97% para 91%, expondo a fragilidade de um projeto político baseado no ódio e no oportunismo.
Essa rejeição crescente é o resultado direto de novos episódios obscuros que cercam o clã. A Polícia Federal investiga a suspeita relação financeira de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para o financiamento de um filme de propaganda sobre Jair Bolsonaro. Somando-se às investigações, o senador foi desmascarado publicamente pela própria madrasta, Michelle Bolsonaro. No duelo público, 42% dos eleitores dão razão à ex-primeira-dama e apenas 18% defendem o parlamentar, evidenciando que 58% da população considera as acusações dela contra o enteado totalmente ou parcialmente verdadeiras.
Enquanto a candidatura da extrema direita naufraga em mentiras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva consolida sua liderança rumo ao Palácio do Planalto. No confronto direto de segundo turno, Lula disparou com 45% das intenções de voto contra apenas 37% de Flávio Bolsonaro. A vantagem sólida de oito pontos percentuais demonstra o cansaço do eleitorado com o caos provocado pelo bolsonarismo e a crescente aprovação das políticas sociais e econômicas do atual governo.
A pesquisa também comprova a fidelidade e a estabilidade do eleitorado de esquerda. A fatia de eleitores de Lula que admite a possibilidade de mudar o voto caiu de 29% para 20%, consolidando o forte apoio popular ao presidente. Em contrapartida, o desespero toma conta dos apoiadores de Flávio Bolsonaro, onde o percentual de eleitores propensos a abandonar sua candidatura subiu de 30% para 37%, sinalizando um esvaziamento iminente de sua base de apoio.
O declínio moral e político de Flávio Bolsonaro reflete-se no topo do ranking de rejeição nacional. O senador assumiu o posto de pré-candidato mais repelido pelos brasileiros, com sua taxa de rejeição saltando de 52% para 57%. Na contramão do isolamento do clã, o presidente Lula reduziu sua rejeição de 55% para 50%, provando que o país rejeita com veemência o extremismo e escolhe o caminho da reconstrução democrática.
Veja a pesquisa completa AQUI:AQUI:
Com informações do DCM
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