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O atacante da Seleção brasileira Neymar afirmou na noite desta quinta-feira (6), na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que gravou a primeira parte do vídeo publicado em sua conta no Instagram, em que aparece negando ter cometido estupro. Mas ele ressaltou que um integrante de sua assessoria e um técnico em informática foram os responsáveis por juntar o vídeo às mensagens que ele havia trocado com a modelo Najila Trindade Mendes de Souza, que o o atleta de estupro e agressão.
Em depoimento, o jogador admitiu ter liberado o teor da conversa. Ele disse ter orientado que preservassem as partes íntimas da mulher, mas que houve um descuido e alguns trechos vazaram.
Neymar vai apresentar o assessor e o técnico em informática, que serão intimados a depor na DRCI. Todos são investigados pela divulgação das imagens íntimas da mulher, cujo crime prevê penas de um a cinco anos de prisão.
Orientado por três advogados, Neymar não precisou entregar seu telefone celular para a perícia. O jogador apresentou ao delegado Pablo Sartori, que investiga o caso, o teor original da troca de mensagens com a mulher que o acusa e uma ata notarial confirmando o vídeo - levou o vídeo em um cartório para atestar a veracidade do inteiro teor.
A modelo Najila Trindade Mendes de Souza, que acusa o jogador de estupro e agressão, chegou na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher em Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, para prestar depoimento sobre o caso. Segundo ela, os crimes teriam acontecido durante encontros com o atacante em Paris, na França, onde mora o jogador.
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