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Uma minuta de carta enviada pelo governo dos Estados Unidos a cerca de 60 países estabelece uma condição incomum para a participação no chamado "Conselho de Paz" que supervisionaria a transição em Gaza: membros que desejarem um mandato superior a três anos devem contribuir com US$ 1 bilhão em dinheiro durante o primeiro ano de vigência do acordo. O documento, divulgado inicialmente pela Bloomberg News e visto pela Reuters, determina que "cada Estado-Membro cumprirá um mandato de no máximo três anos", sujeito à renovação pelo presidente dos EUA, Donald Trump, exceto se realizar o aporte bilionário.
A exigência financeira explicita a natureza transacional que a administração Trump pretende imprimir à iniciativa, que já foi criticada por líderes como o britânico Jeremy Corbyn, que a chamou de "Conselho de Ocupação". A carta reforça o caráter condicional da participação internacional no plano norte-americano para Gaza, atrelado a uma contribuição monetária extrema. A medida deve gerar nova onda de rejeição entre os países convidados, inclusive o Brasil, que, segundo auxiliares, ainda avalia o convite feito a Lula e pediu mais tempo para uma decisão, em um claro sinal de cautela diante das polêmicas condições impostas por Washington.
Com informações da Reuters
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