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Léo Pinheiro
A palavra de Léo Pinheiro sobre o triplex do Guarujá atribuído a Lula vale tanto quanto a de Fernandinho Beira-Mar tratando do combate ao tráfico de drogas.
Corrupto confesso, ele enviou carta à Folha de S. Paulo em que tenta limpar a barra de Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato coordenados por Deltan Dallagnol.
“Não sou mentiroso nem vítima de coação alguma”, escreveu.
“Meu compromisso com a verdade é irrestrito e total, o que fiz e faço mediante a elucidação dos fatos ilícitos que eu pratiquei ou que eu tenha tomado conhecimento é sempre respaldado com provas suficientes e firmes dos acontecimentos”, acrescentou.
Léo Pinheiro encaminhou a carta depois que o Intercept, em parceria com a própria Folha, vazou conversas secretas entre procuradores, em que eles falam da falta de credibilidade do ex-presidente da OAS.
Seus advogados negociavam acordo de delação premiada, mas os procuradores rejeitavam os termos apresentados, pela razão de que não incriminava Lula.
A delação dele só começou a ser levada a sério depois que Léo Pinheiro mudou o depoimento e passou a dizer que Lula era proprietário do triplex.
O que Léo Pinheiro não explica na carta enviada à Folha é por que, sendo o apartamento de Lula, o registro estava em nome da OAS, e o imóvel tinha sido dado em garantia de uma operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal, que hoje é presidida por seu genro, Pedro Guimarães.
Leia a íntegra no DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO
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