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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), acatou recurso de parlamentares do PL, partido de Jair Bolsonaro, para revogar a convocação do ministro da Justiça, Anderson Torres, pela Comissão de Direitos Humanos.
Torres foi convocado para dar explicações sobre a abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Sergipe que resultou na morte de Genivaldo de Jesus em uma câmara de gás improvisada no porta-malas da viatura policial.
Os parlamentares apresentaram recurso argumentando que o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Orlando Silva (PCdoB-SP), negou o direito à fala ao deputado Éder Mauro (PL-PA) pela liderança.
Lira entendeu que Orlando Silva encerrou de forma "abrupta" a votação após o episódio e favoreceu a liderança de outros partidos, citando o líder do PSB, Bira do Pindaré (PSB-MA), que pôde se pronunciar antes da votação. “Se verifica que a alguns líderes foi aberto o ensejo de falar antes do encerramento da votação, porém a outros não, revelando-se tratamento discriminatório inaceitável”.
Apesar da decisão de Lira, a reunião da comissão com o ministro da Justiça permanece agendada.
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