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O ex-presidente e candidato do PT à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta 6ª feira (21.out.2022) que não pretende fazer acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que a sua campanha e a do seu adversário, o presidente Jair Bolsonaro (PL), baixem o tom das propagandas eleitorais, tampouco para que negociem entre si os direitos de resposta obtidos em decisões da Corte.
A moderação foi proposta pelo presidente da Justiça Eleitoral, Alexandre de Moraes, na 5ª feira (20.out) em reunião com os advogados dos 2 candidatos.
“Hoje, eu falei com o advogado, ele ia no Alexandre de Moraes conversar com ele e houve uma proposta de acordo. Eu disse que não tem acordo. Se nós ganhamos 184 e perdemos 14, ele [Bolsonaro] que utilize os nossos 14 e nós utilizamos os 184 dele”, disse em entrevista a jornalistas em Juiz de Fora (MG).
Lula também afirmou esperar que sejam restabelecidos 164 direitos de resposta concedidos a ele na TV. Ao todo, o petista obteve 184 inserções dentro do espaço destinado a Bolsonaro.
A ministra Maria Claudia Bucchianeri, do TSE, suspendeu na 5ª feira (20.out) as inserções até que o plenário analise a concessão dos direitos de resposta.
A análise está marcada para sábado (22.out.2022), de meia-noite às 23h59, e será feita em sessão extraordinária do plenário virtual.
A Corte vai julgar o recurso de Bolsonaro contra a decisão inicial da própria magistrada, que diminuiu drasticamente o espaço do candidato na televisão.
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