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No centro das atenções da CPI do 8 de Janeiro, Silvinei Vasques, ex-líder da Polícia Rodoviária Federal, tinha em seu celular, apreendido pela PF, imagens perturbadoras de ditadores como Adolf Hitler e Benito Mussolini, além de registros ao lado do polêmico clã Bolsonaro. O aparelho também revelou sua obsessão por armas e áudios que evidenciam sua postura questionável em relação aos bloqueios nas rodovias federais durante o segundo turno das eleições.
Fontes da CPI indicam que o conteúdo do celular sugere que Silvinei recebia informações de terceiros. Curiosamente, não há mensagens enviadas por ele, levando a crer que ele tinha o hábito de deletar seus próprios arquivos, talvez antecipando uma possível quebra de sigilo.
O material do celular foi encaminhado à CPI, que se reunirá na próxima terça-feira para analisar o extenso relatório da senadora Eliziane Gama. Há fortes indícios de que o ex-presidente Jair Bolsonaro será acusado de múltiplos crimes.
Em agosto, a pedido da PF, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou a prisão preventiva de Silvinei, devido ao risco de ele interferir nas investigações sobre o uso indevido da PRF contra apoiadores de Lula. Silvinei permanece detido.
O ex-chefe da PRF, notório apoiador de Bolsonaro, possuía em seu celular imagens perturbadoras e registros ao lado do ex-presidente e de sua esposa durante eventos oficiais. Além disso, áudios revelam a insatisfação de cidadãos com as ações da PRF durante as eleições.
A gestão de Silvinei na PRF foi marcada por controvérsias, incluindo graves incidentes que prejudicaram a imagem da corporação. Mesmo assim, ele parecia buscar apoio espiritual, como evidenciado por um áudio que faz uma leitura astrológica de sua personalidade.
*Com informações de O Globo
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