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Em meio à tensão crescente no Oriente Médio, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, foram levados a um bunker em Tel Aviv nesta segunda-feira (16/10), após um alerta de um possível ataque.
A população de Israel, acostumada com os perigos constantes da guerra, é instruída a buscar refúgio em bunkers ao ouvir o alarme. O país, que enfrenta conflitos com o grupo Hamas desde o início do mês, possui cerca de 1,5 milhão de estruturas subterrâneas para proteger sua população.
Tel Aviv, até o momento, tem sido uma zona de relativa segurança, sendo palco de importantes reuniões estratégicas. Após o breve susto, Netanyahu e Blinken retomaram suas agendas, transferindo sua reunião para o Ministério da Defesa israelense.
Ao contrário dessa relativa segurança em TelAviv, a situação em Gaza é crítica. A OMS alerta para uma iminente catástrofe em Gaza, com apenas "24 horas de água, eletricidade e combustível" restantes.
A ONU tem feito apelos urgentes para que ajuda humanitária seja permitida na região. Martin Griffiths, da ONU, destacou a importância do envolvimento de Blinken para facilitar a entrada de suprimentos em Gaza.
A situação se agrava com a retenção de 188 reféns pelo Hamas em Gaza, incluindo idosos, crianças e mulheres. As Forças de Defesa de Israel confirmam a morte de 291 de seus soldados e, até o momento, não há sinais de um possível cessar-fogo.
*Com informações do DCM
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