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Em uma declaração contundente, o líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, condenou as ações de Israel na Faixa de Gaza, chamando-as de "genocídio". Ele pediu o fim imediato da violência, especialmente considerando a visita iminente do presidente dos EUA, Joe Biden, a Israel.
A tensão entre Israel e o grupo Hamas, que tem o apoio de Teerã, intensificou-se após um ataque em 7 de outubro, resultando na morte de 1.300 pessoas, em sua maioria civis. Esse dia trágico marcou o episódio mais sangrento na história de Israel.
Khamenei, em um encontro com estudantes em Teerã, expressou sua indignação com a situação em Gaza. Ele enfatizou que a continuação dos ataques por Israel contra os palestinos não será tolerada pelo mundo muçulmano.
O líder iraniano também destacou o compromisso de longa data do Irã com a causa palestina, que tem sido central para a política externa do país desde a revolução de 1979. Esta postura solidifica o Irã como uma voz influente no mundo muçulmano.
Israel, que não é reconhecido pelo Irã, frequentemente acusa o país de alimentar o conflito ao armar o Hamas. No entanto, Teerã insiste que seu apoio ao grupo é principalmente moral e financeiro.
Khamenei também pediu uma resposta internacional à situação em Gaza e sugeriu que os líderes israelenses deveriam ser responsabilizados por suas ações contra os palestinos.
A situação em Gaza é alarmante. Os ataques aéreos de Israel resultaram na morte de mais de 2.800 palestinos, incluindo muitas crianças. Além disso, quase metade da população de Gaza foi deslocada de suas casas. A região enfrenta um bloqueio rigoroso por parte de Israel, levando a uma escassez crítica de alimentos, combustível e suprimentos médicos.
Com informações do 247
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