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A Polícia Federal (PF) está redobrando esforços para recuperar mensagens apagadas do celular de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Vasques, que foi preso preventivamente por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, é suspeito de tentar usar a PRF para prejudicar eleitores de Lula e favorecer Bolsonaro.
O dispositivo apreendido trouxe à tona imagens de figuras autoritárias como Hitler e Mussolini, além de registros ao lado da família Bolsonaro. Vasques, claramente alinhado ao bolsonarismo, tinha o costume de deletar suas mensagens, numa clara tentativa de ocultar evidências.
A colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, ressalta que não havia no aparelho mensagens enviadas por Vasques, apenas recebidas. A defesa de Vasques, por sua vez, tenta minimizar a situação, alegando desconhecimento sobre o apagamento de mensagens.
A PF, com sua expertise, acredita na possibilidade de recuperar as mensagens, explorando contatos de Vasques. A análise de backups e dados do celular, bem como informações do WhatsApp Web, estão entre as estratégias consideradas.
A operação da PF não só busca justiça, mas também reforça a importância da transparência e da responsabilidade no exercício de cargos públicos.
*Com informações de “Brasil 247”
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