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O Senado Federal foi palco de um tumulto causado por um assessor do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), um conhecido apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante a celebração da aprovação do relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, o assessor acusou senadores de apoiarem o grupo islâmico Hamas.
Enquanto os parlamentares caminhavam da sede do Senado até a Praça dos Três Poderes, carregando a Constituição, o assessor de Jordy começou a filmá-los e a acusá-los de apoiar o Hamas, grupo responsável por ataques recentes em território israelense. O deputado Rogério Correia (PT-MG), presente no local, tentou intervir, resultando em um confronto que culminou com a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) sendo atingida.
Carlos Jordy, ao ser questionado sobre o incidente, afirmou que, após revisar as gravações, não identificou nenhuma agressão por parte de seu assessor. No entanto, reconheceu que o comportamento do assessor não era adequado para um profissional em sua posição e decidiu por sua exoneração.
A CPMI, que investiga os atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro em Brasília, aprovou o relatório apresentado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O documento solicita o indiciamento de 61 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e oito generais das Forças Armadas. O relatório ressalta a natureza golpista dos atos e a manipulação de massas através de discursos de ódio.
Veja o vídeo:
*Com informações do Merópoles”
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