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O Exército Brasileiro está avançando nas investigações sobre o furto de 21 metralhadoras de alto calibre ocorrido no Arsenal do Exército em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Militares suspeitos de envolvimento no caso já foram identificados e, conforme informações da jornalista Andréia Sadi, do G1, todos aqueles que tinham responsabilidades de fiscalização ou controle serão responsabilizados e enfrentarão punições disciplinares.
Os militares sob investigação foram notificados e receberam formulários para apresentarem suas defesas. Enquanto isso, diligências adicionais estão em andamento para esclarecer o caso, identificar os responsáveis, aplicar as devidas punições e, principalmente, recuperar as armas desaparecidas.
Em um comunicado divulgado na última sexta-feira (13), o Exército detalhou o furto, informando que foram levadas 13 metralhadoras calibre .50 e 8 metralhadoras de calibre 7.62. Estas armas são notórias por seu poder de fogo e alcance, sendo capazes até de abater aeronaves.
Há relatos de que parte das armas furtadas teria sido oferecida ao Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas sediadas no Rio de Janeiro. O grupo que realizou o furto teria pedido R$ 180 mil por cada metralhadora calibre .50.
*Com informações do Brasil 247
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