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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, está no centro de uma polêmica envolvendo a educação pública do estado. Mesmo diante de protestos e ocupações, como a da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo por estudantes na última terça-feira (17), o governador enviou uma proposta de “reforma administrativa” que, se aprovada, reduzirá os investimentos estaduais em educação de 30% para 25%.
A Assembleia Estadual das professoras e professores do ensino oficial do estado está marcada para esta sexta-feira (20) na Praça da República, às 16h. Em seguida, haverá o Grito pela Educação Pública de Qualidade, a partir das 17h.
Críticos da gestão de Tarcísio e do secretário de educação, Renato Feder, acusam ambos de adotarem uma postura autoritária e de favorecerem uma visão empresarial da educação pública. Alegam que essa abordagem resulta em cortes de verbas, perseguição a profissionais da educação e limita as oportunidades dos estudantes.
A luta em defesa da educação e dos serviços públicos é vista como essencial para garantir uma vida digna à população. A educação pública é considerada uma das principais ferramentas para proporcionar um futuro mais promissor à juventude.
A postura do governador reforça, para muitos, a necessidade de lutar pelas conquistas da sociedade brasileira e paulista em prol de uma vida digna para todos. A demanda é por escolas bem estruturadas, salários dignos para os educadores e uma educação que valorize a diversidade humana.
*Com informações da Brasil 247
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