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As Forças de Defesa de Israel (FDI) foram autorizadas a atuar na Faixa de Gaza, região que tem enfrentado vários bombardeios desde 7 de outubro, após o grupo Hamas atacar território israelense, resultando na morte de 1,4 mil civis. O ministro da Economia de Israel, Nir Barkat, confirmou a decisão e indicou que o governo deu "sinal verde" para neutralizar o Hamas, em meio às crescentes tensões no Oriente Médio, exacerbadas por situações de reféns e mortes de civis.
Esta operação é uma resposta direta ao recente ataque de foguetes do Hamas, um evento sem precedentes, que acentua o prolongado conflito israelo-palestino. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, durante uma visita a uma divisão militar próxima à fronteira com Gaza, reforçou o compromisso de Israel em superar o Hamas, usando "toda a força" necessária.
O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, sinalizou que a ordem para entrar no território controlado pelo Hamas poderia ser emitida em breve. Em uma coletiva de imprensa, Nir Barkat confirmou que as FDI têm autorização para entrar em Gaza assim que estiverem prontas, priorizando a "destruição do Hamas", mesmo que isso leve um ano.
Nos últimos 12 dias, o braço militar do Hamas lançou a operação "Dilúvio de Al-Aqsa", atingindo áreas fronteiriças no sul de Israel. Como retaliação, o exército israelense deu início à operação "Espadas de Ferro", assumindo o controle de áreas próximas à fronteira e realizando ataques aéreos, resultando na morte de mais de 3,7 mil palestinos.
A Rússia, por meio de sua embaixada em Israel, reportou a morte de 19 cidadãos russos durante os conflitos. Além disso, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia apelou por um cessar-fogo e o presidente russo, Vladimir Putin, enfatizou a necessidade de uma solução de dois Estados, conforme aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU.
*Com informações da Sputnik Brasil
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