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Antes do surpreendente furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Comando Militar do Sudeste, em Barueri, o Exército Brasileiro disponibilizava em seus canais oficiais vídeos instrutivos sobre a montagem e utilização de metralhadoras calibre .50, um dos modelos roubados. No entanto, após a repercussão do incidente, esses materiais foram prontamente removidos da internet.
As metralhadoras em questão possuem capacidade para derrubar aeronaves e perfurar veículos blindados. Além das 13 metralhadoras calibre .50, oito metralhadoras calibre 7.62 também foram levadas no furto. Até agora, a Polícia Civil do Rio de Janeiro conseguiu recuperar quatro armas de cada calibre.
Os vídeos, agora indisponíveis, mostravam procedimentos detalhados de calibragem, manutenção e uso das metralhadoras Browning calibre .50. Essas orientações estavam disponíveis não apenas em vídeos, mas também em manuais de manutenção e operação acessíveis online, detalhando os modelos específicos de metralhadoras furtadas.
Em resposta ao incidente, o comandante do Exército, Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, exonerou o diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo, Rivelino Barata de Sousa Batista. O furto, que se acredita ter ocorrido a partir do dia 6 de setembro, levou à nomeação do coronel Mário Victor Vargas Junior como substituto.
As armas furtadas, capazes de derrubar aeronaves não blindadas e atingir alvos a longas distâncias, foram encontradas na Gardênia Azul, zona oeste do Rio de Janeiro. Há informações de que parte do armamento roubado teria sido oferecida ao Comando Vermelho, a maior facção criminosa do estado.
*Com informações do Metrópoles
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