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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em uma decisão histórica, proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-ministros militares de participarem de qualquer evento das Forças Armadas relacionado ao aniversário de 60 anos do golpe de 1964. Esta medida, que também afeta Augusto Heleno, Braga Netto e Paulo Sergio Nogueira, impõe uma multa diária de R$ 20 mil em caso de desobediência, refletindo a seriedade das investigações sobre tentativas de subverter a ordem democrática após as eleições de 2022.
Enquanto isso, Bolsonaro busca consolidar seu espaço político no PL, convidando Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo pelo Republicanos e aliado de longa data, para se juntar ao partido. Esse convite é visto como um esforço para reforçar a base bolsonarista, em meio a sinais de aproximação entre o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, e o governo Lula, o que desagrada profundamente a Bolsonaro.
Tarcísio de Freitas, por sua vez, tem sua fidelidade política testada neste contexto de tensões e expectativas sobre uma possível mudança de partido durante a janela partidária. Sua gratidão e lealdade a Bolsonaro foram expressas publicamente em uma manifestação recente, evidenciando as complexas dinâmicas de poder e alianças no cenário político brasileiro.
Esta série de eventos destaca a luta contínua pelo controle político e a influência nas decisões nacionais, enquanto o país ainda ecoa os fantasmas de seu passado autoritário. A decisão de Moraes simboliza um firme posicionamento do judiciário contra qualquer forma de celebração ou apologia ao golpe militar, marcando uma defesa clara dos valores democráticos.
Com informações da Fórum
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