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Guilherme Colombo, advogado e esposo da deputada Júlia Zanatta, apoiadora do ex-presidente Bolsonaro, foi excluído do aplicativo Uber após ser implicado em um incidente racista, conforme reportado pelo jornal O Globo. O caso, que ocorreu em Brasília, veio à tona quando uma acompanhante de Colombo, durante uma corrida, questionou o motorista sobre sua visão política e, percebendo uma falta de apoio a Bolsonaro, iniciou a cantar a música "Boi da Cara Preta" em um ato considerado racista pelo condutor.
O motorista, afetado pelo ocorrido, relatou o caso à Uber, que após uma "investigação completa", decidiu banir Colombo da plataforma. Colombo, buscando reverter a decisão, entrou com uma ação na Justiça de Santa Catarina, demandando não apenas a reativação de sua conta, mas também uma indenização por danos morais, alegando não ter tido a chance de se defender adequadamente.
Uber defende a decisão de banimento, alegando que foi tomada após a confirmação de violação das diretrizes da comunidade. Por sua vez, Colombo critica a ação da empresa como injusta e sem fundamentos sólidos, sugerindo que o episódio visa prejudicar sua reputação.
Este incidente ressalta a tensão existente no contexto político brasileiro, onde o racismo e a discriminação continuam sendo pontos críticos. A resposta da Uber ao incidente reflete a importância da adoção de medidas firmes contra qualquer forma de discriminação, em linha com os esforços para promover uma sociedade mais justa e igualitária.
Com informações do DCM
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