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A deputada Rosângela Moro, do União Brasil-PR, esposa do senador Sergio Moro, enfrenta questionamentos judiciais sobre sua recente transferência de domicílio eleitoral de São Paulo para o Paraná. A Justiça Eleitoral de Curitiba, sob a juíza Cristine Lopes, deu um prazo de 10 dias para a parlamentar justificar a mudança, movimento que despertou a atenção do Partido dos Trabalhadores. O PT argumenta que a alteração compromete a representatividade política e a soberania popular, pois Rosângela foi eleita por São Paulo e, portanto, deve lealdade ao seu eleitorado original.
O pedido de transferência de domicílio eleitoral, feito pela deputada em 26 de fevereiro, ocorreu em um contexto delicado, antecedendo o julgamento que pode levar à cassação do mandato de Sergio Moro pelo TRE-PR. O PT vincula essa estratégia ao potencial desdobramento de cassação de Moro pelo TSE, especulando que Rosângela poderia assim concorrer a uma possível vaga deixada pelo marido no Paraná.
Moro, por sua vez, é alvo de processos movidos tanto pelo PT quanto pelo PL, sob acusações de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2022, acusações que ele refuta, alegando ser vítima de perseguição política.
Em defesa de Rosângela, sua assessoria alega que a mudança de domicílio eleitoral é um direito de todo cidadão e enfatiza seu compromisso contínuo em representar São Paulo, mantendo inclusive seu escritório na capital paulista. Esta situação reflete as complexas dinâmicas políticas do Brasil, especialmente em casos que envolvem figuras políticas proeminentes como os Moro.
Com informações do DCM
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