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O Ministério Público de São Paulo iniciou uma investigação em resposta a sérias acusações contra a Polícia Militar do estado, liderado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), especificamente sobre ações na Baixada Santista. Relatos de funcionários da saúde apontam que a PM estaria levando vítimas fatais de operações policiais aos hospitais como se estivessem vivas, uma manobra que obstrui a devida análise pericial nos locais das ocorrências.
Essas práticas teriam o potencial de mascarar a verdadeira natureza dos eventos, dificultando a coleta de provas técnicas importantes para as investigações. Diante disso, o Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (Gaesp) busca esclarecer os procedimentos adotados no transporte desses corpos e as consequências para a integridade das cenas dos crimes.
A situação alarmou a Defensoria Pública de São Paulo e organizações de direitos humanos, que encaminharam denúncias à ONU e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), acusando as forças de segurança de execuções sumárias e arbitrárias durante a chamada Operação Escudo.
Por outro lado, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo assegurou que todos os casos de morte em intervenções policiais são rigorosamente investigados, com o envolvimento de instituições judiciais e corregedorias. A secretaria também destacou o papel da perícia técnica, mesmo admitindo que há exceções em sua realização devido a condições adversas.
Adicionalmente, um relatório do Tribunal de Contas da União revelou que uma fração significativa das armas apreendidas em crimes no estado era de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs), muitas delas registradas durante o governo Bolsonaro, conhecido por seu incentivo ao armamentismo.
Com informações da Fórum
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