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Em uma enérgica manifestação contra a disseminação de informações falsas em meio a uma catástrofe natural, o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência, Paulo Pimenta, destacou que a propagação de fake news durante a crise no Rio Grande do Sul é um ato criminoso. Segundo ele, essas ações visam desestabilizar o trabalho do governo federal e lucrar com o caos e o ódio.
Durante um pronunciamento feito nesta sexta-feira (10), Pimenta ressaltou que não apenas o governo está focado em combater essas falsidades, mas também assegurou que os responsáveis serão rigorosamente perseguidos e submetidos à justiça. "Neste momento em que nosso povo enfrenta a maior tragédia climática de sua história, há indivíduos que preferem fabricar e espalhar mentiras para obter vantagens", expressou o ministro.
As enchentes catastróficas que atingiram o estado desde o dia 29 já resultaram em 126 mortes e afetaram cerca de 2 milhões de pessoas, com mais de 339 mil desalojados, segundo os dados mais recentes da Defesa Civil. A grande maioria dos municípios do estado, 441 de 497, sofreu com as consequências das chuvas intensas.
Pimenta conclamou a população e as autoridades a se unirem neste momento de crise e afirmou que a transparência e a verdade são fundamentais para a eficácia das operações de resgate e reconstrução. "É inaceitável que, diante de tal desastre, haja quem se dedique a confundir e mentir, comprometendo até mesmo as operações de socorro e auxílio", declarou.
A Secom, em conjunto com outros órgãos federais, está não só focada na gestão da crise, mas também no combate à desinformação, garantindo que os esforços de recuperação não sejam prejudicados por narrativas falsas e manipuladas.
Com informações do Brasil247
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