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O Rio Grande do Sul enfrenta um período crítico de chuvas intensas e enchentes devastadoras, e além das tragédias naturais, as autoridades estão combatendo uma onda de desinformação que complica os esforços de ajuda. Ricardo Gallo, coordenador do Fato ou Fake do g1, explicou em entrevista ao podcast "O Assunto" que as fake news normalmente surgem de fatos reais, mas descontextualizados, o que facilita sua propagação rápida e ampla nas redes sociais.
Ele exemplifica com um vídeo de 2020, do México, mostrando gado sendo arrastado por uma enchente, que foi falsamente atribuído às recentes inundações no estado. Outra desinformação que circula é a alegação de que doações estão sendo retidas até a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma sessão de fotos em Lajeado, um vídeo que também é de 2023 e não tem relação com os eventos atuais.
Essas informações falsas não apenas espalham mentiras, mas também criam obstáculos para as equipes de resgate e ajuda, exigindo que recursos sejam desviados para corrigir narrativas erradas ao invés de focar totalmente nos esforços de auxílio.
Pablo Ortellado, coordenador do monitor do Debate Político Digital, adiciona que as fake news podem desencorajar as doações, com pessoas acreditando que suas contribuições poderiam ser barradas por falta de documentação fiscal, o que é completamente falso.
Essa combinação de desastres naturais e desinformação exige uma resposta enérgica e coordenada das autoridades para garantir que a ajuda chegue a quem realmente precisa, sem a interferência de informações errôneas que apenas agravam a situação.
Esta situação ilustra a urgente necessidade de verificar informações e confiar em fontes confiáveis, especialmente em tempos de crise, para que as ações de socorro possam ser efetivas e direcionadas corretamente.
Com informações do G1
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