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A Polícia Federal (PF) avançou nas investigações do caso envolvendo a venda ilegal de joias recebidas da Arábia Saudita, que colocou aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro em estado de alerta. O esquema, que anteriormente parecia envolver apenas o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, ganhou novas dimensões com a descoberta de um participante adicional.
Investigações recentes, realizadas com a assistência do FBI nos Estados Unidos, revelaram imagens e documentos que comprovam a participação de outra pessoa no processo de venda das joias, conhecidas como “kit ouro branco”. Essas peças, incluindo um anel, caneta, abotoaduras e um rosário islâmico cravejado de diamantes, além de um relógio Rolex vendido separadamente, foram inicialmente recebidas por Bolsonaro durante uma visita oficial à Arábia Saudita em 2019.
A loja “Goldie’s” em Miami foi o local onde as joias foram vendidas, enquanto o Rolex encontrou comprador em uma loja na Pensilvânia. Estima-se que os itens estavam avaliados em pelo menos R$ 500 mil. A operação detalhada no relatório da PF incluiu 16 dias de diligências nos EUA, com agentes federais recolhendo provas substanciais que podem influenciar a conclusão do inquérito, prevista para junho deste ano.
Com informações do jornal O Globo
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