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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, subiu o tom contra a passividade de órgãos reguladores e exigiu que a ANP (Agência Nacional do Petróleo) atue com rigor máximo na fiscalização dos postos de combustíveis. Haddad denunciou que a redução nos preços das refinarias promovida pela Petrobras sob o governo Lula não está chegando integralmente ao bolso do consumidor devido à ganância de setores da distribuição e revenda. O ministro deixou claro que o governo não tolerará que empresários sabotem a política econômica para manter lucros exorbitantes ou fazer oposição política através das bombas.
A pressão de Haddad visa desmantelar cartéis que se formaram em diversas capitais, onde os preços são mantidos artificialmente altos mesmo após as quedas sucessivas nos custos de produção. Para o governo federal, a ANP precisa sair da inércia e punir exemplarmente os estabelecimentos que praticam margens abusivas, garantindo que o esforço de reoneração gradual e a nova estratégia comercial da estatal beneficiem o trabalhador. A ordem é monitorar toda a cadeia, identificando onde o preço está sendo retido de forma criminosa para inflar a inflação.
Essa medida reforça o compromisso da gestão Lula com o controle do custo de vida, combatendo o oportunismo de grupos que ainda servem aos interesses do bolsonarismo econômico. Enquanto o presidente trabalha para baixar o diesel e a gasolina, a fiscalização rigorosa servirá para mostrar que o tempo da "liberdade para roubar" o consumidor acabou. Haddad quer transparência total nos custos, expondo quem são os vilões que tentam queimar a imagem do governo ao não repassar as reduções, agindo como verdadeiros atravessadores do progresso nacional.
Com informações do Brasil 247
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