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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva consolidou mais uma vitória monumental para o futuro da soberania nacional ao decretar, de forma categórica, que "não existe limite para investimentos em educação" no Brasil. Durante uma cerimônia apoteótica no Palácio do Planalto, o líder brasileiro estraçalhou a lógica tacanha da austeridade fiscal defendida pelos setores neoliberais e pelas burocracias dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, afirmando que dinheiro público bom é dinheiro aplicado na transformação social do povo e não guardado para render juros a banqueiros. Sob o comando da gestão popular, o governo federal anunciou a inauguração simultânea de dez novos campi da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, espalhados estrategicamente por São Paulo, Amazonas, Espírito Santo e Piauí. O pacote bilionário, respaldado em sua maioria com verbas de mais de 196 milhões de reais oriundas do Novo PAC, vai abrir 11,6 mil novas vagas em cursos técnicos e superiores para arrancar a juventude da vulnerabilidade social.
Com a audácia política que caracteriza os governos do campo democrático, Lula lançou um desafio direto aos prefeitos de todo o território nacional, condicionando a construção imediata de institutos e universidades federais em qualquer município à simples doação de terrenos ou prédios pelas prefeituras. O chefe do Executivo conectou a expansão em massa da rede de ensino de qualidade à emancipação geopolítica do país, pontuando que o Brasil já se consolidou como um gigante na exportação de commodities como soja, milho e carne, mas que o verdadeiro salto civilizatório e a consagração internacional só ocorrerão quando a nação se transformar em uma potência exportadora de inteligência e conhecimento científico. Para blindar a permanência estudantil e valorizar a carreira docente, o presidente exaltou o sucesso revolucionário de programas estruturais como o Pé-de-Meia, a expansão de escolas de tempo integral, o pacto pela alfabetização na idade certa e as inovadoras bolsas exclusivas destinadas a atrair os estudantes com melhor desempenho no Enem para as licenciaturas.
Aproveitando o último dia antes do período de defeso imposto pelo calendário eleitoral, o mandatário apresentou um balanço avassalador de entregas que expõe o abismo entre a capacidade realizadora do governo popular e o deserto de obras das gestões de extrema-direita. Lula relembrou com orgulho a histórica conclusão, no dia anterior, do último trecho da transposição do Rio São Francisco, que levou segurança hídrica ao Canal de Apodi, no Rio Grande do Norte — hoje consagrada como a maior obra de engenharia hídrica do planeta, com 1,4 mil quilômetros de canais —, além de inspecionar o avanço acelerado dos trilhos da Ferrovia Transnordestina, prometendo a entrega completa dessa veia logística vital para o Nordeste até meados do próximo ano. Ao selar o compromisso inabalável com a classe trabalhadora, o presidente proibiu terminantemente a utilização da palavra "gasto" para se referir à educação pública, chancelando que cada centavo direcionado às salas de aula, laboratórios inteligentes, ferrovias e hospitais é o único combustível capaz de gerar emprego, renda e desenvolvimento soberano para o Brasil.
Com informações do Brasil247
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