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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas, que tem trabalhado incansavelmente para desvendar os atos antidemocráticos do governo anterior, ouviu nesta quinta-feira (24) o ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, o sargento do Exército Luís Marcos dos Reis. Este, que está preso por ter participado da tentativa de golpe de Estado no dia 8 de janeiro, foi confrontado com provas contundentes.
Uma investigação minuciosa da Polícia Federal revelou mensagens comprometedoras de Luís Marcos Reis, onde ele comemorava a invasão dos prédios dos Três Poderes. Em uma delas, ele escreveu: "Foi bonito aqui, o recado está dado no Planalto, no Congresso, no STF, quebramos as togas daqueles ladrões".
Durante a sessão, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) não poupou críticas e questionamentos ao sargento. Com firmeza, ele perguntou sobre a participação de Reis no ato golpista, ao que o sargento admitiu: "Eu estive no 8 de janeiro".
Contarato, representando a voz do povo brasileiro, questionou o legado que Reis deseja deixar para seus filhos e destacou o comportamento inaceitável de um militar da ativa participando de atos que atentam contra a democracia.
O senador ainda ressaltou que todos próximos ao ex-presidente Bolsonaro estão enfrentando as consequências de seus atos. "Todo mundo ao redor do ex-presidente está preso! O senhor está preso. Todos devem ser responsabilizados por essa conduta que envergonha a nação", afirmou Contarato.
Em um momento de reflexão, Contarato lembrou da importância das instituições e do respeito que tem pelos membros das Forças Armadas, destacando que a conduta de Reis não representa a postura de um verdadeiro militar.
Assista:
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