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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, foi convocado para prestar um novo depoimento à CPI do 8 de janeiro.
Há a possibilidade de Mauro Cid firmar um acordo de delação premiada com o colegiado, sendo esta a primeira vez que uma oferta desse tipo será feita a um depoente por um comitê parlamentar.
Caso Cid aceite a proposta de delação, isso poderá resultar em uma redução de sua pena.
A relatora da CPI, Eliziane Gama (PSD-MA), confirmou a intenção de propor o acordo de delação premiada em entrevista à CBN. Ela explicou que o processo aguardará aprovação em plenário, manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Mauro Cid está detido desde maio e enfrenta acusações de falsificação de cartões de vacinação. Ele também é citado em outras investigações, incluindo a relativa aos eventos de 8 de janeiro, por ter supostamente disseminado mensagens de cunho golpista.
A senadora Eliziane Gama destacou que a decisão final sobre a delação depende da concordância de Mauro Cid e mencionou que a delação é um instrumento relativamente novo, datando de 2013, mas nunca foi implantado no âmbito de uma CPI.
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