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O presidente Lula sinalizou a seus aliados políticos que não pretende reconduzir o atual procurador-geral da República, Augusto Aras, ao comando da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Apesar de Aras contar com o apoio de figuras políticas importantes, como o líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Lula não demonstrou inclinação para mantê-lo no cargo por mais um mandato.
A proximidade anterior de Aras com o ex-presidente Jair Bolsonaro e a percepção de que ele não agiu adequadamente durante a pandemia de Covid-19 são fatores que pesam contra sua recondução.
Lula planeja se reunir com os próximos candidatos a partir de setembro. Devido à falta de um candidato claramente favorito até o momento, não se descarta a possibilidade de Lula optar por um mandato tampão.
A disputa pelo cargo se concentra em três nomes: o vice-procurador-geral Eleitoral Paulo Gonet e os subprocuradores-gerais Antônio Carlos Bigonha e Mario Bonsaglia. Todos se posicionam contra a Operação Lava-Jato e possuem diferentes apoios no cenário político.
A decisão de Lula sobre a liderança da PGR é aguardada com grande expectativa, pois influenciará diretamente o rumo da justiça e a abordagem do Ministério Público Federal em questões cruciais para o país nos próximos anos.
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