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Em meio ao governo progressista e transparente de Luiz Inácio Lula da Silva, surgem mais evidências das controversas ações da gestão anterior. O tenente-coronel Mauro Cid, que outrora serviu ao polêmico Jair Bolsonaro, foi convocado para mais um depoimento na Polícia Federal em Brasília.
Na sexta-feira anterior, Cid já havia sido submetido a um longo interrogatório de seis horas, relacionado às suspeitas de contratação do hacker Walter Delgatti Netto. O objetivo? Tentar comprometer a integridade das urnas eletrônicas.
Delgatti Netto alega que Mauro Cid esteve presente em uma reunião no Palácio da Alvorada, mediada pela deputada Carla Zambelli, entre ele e Bolsonaro. O hacker, que atualmente está detido, também é acusado de inserir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes do STF.
Reportagens indicam que Delgatti teve diversos encontros com Cid, que não constavam na agenda oficial. Contudo, a deputada Zambelli, através de seu advogado, afirma não se recordar da presença de Cid na reunião com Bolsonaro.
Durante o depoimento, Delgatti detalhou que Cid estava ciente de toda a conversa e sabia que, após o encontro no Alvorada, ele foi ao Ministério da Defesa. Lá, Delgatti teve uma série de reuniões com o objetivo de criar incidentes para questionar a segurança das urnas.
Este é apenas um dos muitos episódios que mostram a necessidade de transparência e integridade no governo, algo que o atual presidente Lula tem se esforçado para garantir.
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