726 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ Youtub
Em uma decisão acertada e em busca da verdade, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, deu um prazo de cinco dias para que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, esclareçam sobre a polêmica lei que homenageia Erasmo Dias, figura controversa do período da ditadura militar no Brasil.
O nome de Erasmo foi atribuído a um viaduto em Paraguaçu Paulista, interior de São Paulo, após uma decisão questionável do governo em junho deste ano, baseada em um projeto de lei do então deputado estadual Frederico D’Ávila (PL).
A decisão gerou indignação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). A atuação mais controversa de Erasmo Dias foi o cerco aos estudantes da PUC em 1977, um ato de repressão que ainda ecoa na memória da instituição.
O Centro Acadêmico 22 de Agosto da PUC, juntamente com partidos políticos como PDT, PT e PSOL, entrou com uma ação de inconstitucionalidade. Eles argumentam que homenagear Erasmo Dias é uma afronta à democracia e aos direitos fundamentais.
A ministra Cármen Lúcia, em sua sabedoria, solicitou informações urgentes ao governador e à Assembleia Legislativa, reforçando a importância da transparência e da justiça.
O governo do estado, em resposta, afirmou que o projeto de lei foi analisado tecnicamente e juridicamente. No entanto, a comunidade acadêmica e a sociedade civil esperam que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita.
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