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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, está de posse de uma lista contendo nomes de pessoas que teriam sido monitoradas ilegalmente pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. A operação, autorizada por Moraes, foi realizada pela Polícia Federal e teve como alvo servidores da Abin.
O inquérito, que está sob sigilo, revelou que houve 33 mil acessos ao sistema de monitoramento. Desses, a Polícia Federal conseguiu identificar 1.800 indivíduos, incluindo membros do STF, jornalistas, políticos, advogados e opositores do governo Bolsonaro. Os nomes específicos ainda não foram divulgados.
A investigação apontou que a Abin utilizou uma ferramenta da empresa israelense Cognyte, chamada FirstMile, para rastrear alvos de maneira irregular entre janeiro de 2019 e maio de 2021.
Originalmente, essa ferramenta foi adquirida durante o governo Michel Temer para combater o crime organizado no Rio de Janeiro. No entanto, seu uso massivo ocorreu sob a direção do delegado Alexandre Ramagem na Abin, durante o governo Bolsonaro.
A investigação também destacou que o uso do FirstMile deveria ser restrito à polícia judiciária e ao Ministério Público, e só poderia ser feito com ordem judicial, conforme estabelece a Constituição.
*Com informações do Brasil247*
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