690 visitas - Fonte: Plantão Brasil/X
Mesmo após o grupo Hamas, que governa Gaza, ter demonstrado um gesto humanitário ao libertar dois reféns americanos, Israel continuou com intensos bombardeios no enclave. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, ao invés de considerar o ato e buscar uma pausa nos conflitos, prometeu “lutar até a vitória”.
Os militares israelenses, sem hesitação, atacaram diversos alvos em Gaza, incluindo centros de comando e posições de combate. A mídia palestina relatou que os ataques resultaram na morte de pelo menos 19 pessoas e deixaram itens feridos.
Apesar dos ataques contínuos, o Hamas libertou Judith Tai Raanan e sua filha Natalie, que estavam entre os sequestrados em um ataque anterior. Uma imagem após a libertação, mostrada como duas ao lado dos soldados israelenses, feita que estava em segurança.
Durante a gestão de Netanyahu, Israel enfrentou críticas por sua abordagem agressiva. O Ministério da Saúde de Gaza informou que os ataques de Israel resultaram na morte de mais de 4.000 palestinos, incluindo centenas de crianças. Enquanto isso, Israel continua a mobilizar forças para uma possível invasão terrestre, aniquilando o Hamas.
Netanyahu, num comunicado recente, reiterou a sua determinação em continuar a luta, enquanto o porta-voz do Hamas informou que a libertação dos reféns foi parcialmente por "razões humanitárias", agradecendo os esforços de mediação do Catar.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, destacou que o objetivo de Israel é derrubar o Hamas, mesmo que isso signifique um alto custo para ambas as partes.
Com informações de Brasil 247
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