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A Polícia Federal (PF) está empenhada em resgatar cerca de 30 mil registros de monitoramento ilegal realizados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Jair Bolsonaro. Estes registros, que incluíam adversários políticos, críticos, jornalistas e advogados, foram apagados e agora são alvo de investigação para possível recuperação.
O software de espionagem utilizado para monitorar os deslocamentos desses indivíduos esteve ativo até maio de 2021. Atualmente, apenas cerca de 2 mil desses monitoramentos estão intactos, e foi a partir deles que a PF conseguiu identificar as ações da Abin durante o período em que o programa esteve em uso.
O escândalo veio à luz na sexta-feira (20) com a deflagração da operação "Última Milha" pela Polícia Federal. Esta operação resultou na prisão e exoneração de dois servidores e no afastamento de um alto cargo da Abin.
*Com informações do Brasil 247
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