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A Polícia Federal lançou a operação para investigar o monitoramento ilegal de críticos, opositores políticos e adversários do governo Jair Bolsonaro por funcionários da Abin. Fabrício Cardoso de Paiva estava entre os alvos.
Paiva havia atuado na área de segurança da campanha de Tarcísio de Freitas ao governo de São Paulo. Também integrou a equipe de Tarcísio no Ministério da Infraestrutura em 2019 como funcionário cedido da Abin.
Apesar de não ocupar nenhum cargo oficial na atual administração, Paiva foi visto em diversos eventos no Palácio dos Bandeirantes neste ano, indicando sua estreita ligação com o governador.
Os investigadores encontraram ligações entre Paiva e Paulo Maurício Fortunato Pinto, diretor da Abin recentemente suspenso após a PF descobrir uma quantia significativa de dinheiro em sua residência durante a operação.
Surgiram relatos de que o governo de São Paulo adquiriu o software israelense “First Mile”, que foi usado ilicitamente pela Abin durante o mandato de Bolsonaro para monitorar adversários. A aquisição foi confirmada pela assessoria de imprensa de Tarcísio de Freitas, esclarecendo que a transação ocorreu durante a gestão de João Doria, em novembro de 2021.
*Com informações do jornal O Globo*
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