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Em meio à tensão crescente em Gaza, Yocheved Lifshitz, um dos reféns israelenses recentemente libertados pelo grupo Hamas, trouxe à tona sua experiência no cativeiro, lançando luz sobre a humanidade do grupo palestino e questionando as ações de Israel na região. Enquanto Lifshitz e outras idosas eram libertadas, Israel intensificava seus ataques em Gaza, resultando em uma devastadora "noite sangrenta".
Lifshitz, de 85 anos, após 17 dias sob custódia do Hamas, foi libertada junto com Nurit Cooper, de 79 anos. Ambas foram cuidadosamente entregues em Cruz Vermelha e, posteriormente, encaminhadas para um hospital em Tel Aviv. Durante uma coletiva, Lifshitz depositou sua experiência, destacando que, apesar de um início turbulento, foi tratado com dignidade e respeito durante sua estadia.
Ela detalhou sua passagem por uma extensa rede de túneis e informações que os sequestradores lhe garantiriam que estariam seguros. Lifshitz também elogiou as condições sanitárias e o tratamento médico que recebeu, contrastando com a violência que ocorria fora dos túneis.
Por outro lado, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, expressou sua profunda preocupação com as ações de Israel em Gaza, ressaltando a morte de centenas de civis inocentes. As autoridades palestinas, por sua vez, relataram que os ataques israelenses resultaram na morte de quase 5.800 pessoas e feriram mais de 16.000 desde o início do conflito.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, sob a liderança do governo Lula, também confirmou o desaparecimento de um cidadão brasileiro, Michel Nisenbaum, que reside em Israel, reforçando a necessidade de paz e diálogo na região.
*Com informações do Brasil de Fato*
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