836 visitas - Fonte: Plantão Brasil/X
Em um momento crítico para a democracia brasileira, a União Brasileira de Mulheres (UBM) tomou medidas legais após ser injustamente associada ao grupo palestino Hamas por parlamentares bolsonaristas. A iniciativa deles, que parece ser uma tentativa de desviar a atenção dos problemas reais do país, foi rapidamente contestada.
O deputado bolsonarista Gustavo Gayer, em uma ação que muitos consideram irresponsável, alegou ter enviado à Embaixada dos EUA uma lista de nomes, incluindo a presidente da UBM, Vanja Andréa Santos, associando-os falsamente ao Hamas. Essa lista foi amplamente divulgada por outros parlamentares bolsonaristas, como a deputada Júlia Zanatta, que pediu o cancelamento de vistos para os mencionados.
Vanja Andréa, indignada com as acusações infundadas, declarou: "Com tantos problemas acontecendo no Brasil, vemos o deputado utilizando o mandato e a tribuna para disseminar mentiras, ódio e defender a guerra". A UBM, uma organização respeitada fundada em 1988, tem uma longa história de defesa dos direitos das mulheres e não tem qualquer ligação com organizações terroristas.
O advogado Carlos Nicodemos, representando a UBM, questionou a Embaixada dos EUA no Brasil sobre as medidas tomadas em relação à denúncia infundada de Gayer e solicitou audiências para esclarecer a situação. Ele destacou que a ação dos deputados bolsonaristas é uma clara tentativa de “discriminação, preconceito, perseguição e criminalização da política”.
A tentativa de associar figuras públicas e organizações brasileiras ao Hamas parece ser inspirada em ações semelhantes de políticos estrangeiros, como o senador republicano dos EUA, Marco Rubio. No entanto, é essencial que a verdade prevaleça e que tais acusações infundadas sejam tratadas com a seriedade que merecem.
*Com informações da Folha de S.Paulo*
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