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Em uma recente cerimônia no Palácio do Planalto, onde foram anunciados 100 novos Institutos Federais (IFs), o deputado federal Nikolas Ferreiras (PL-MG), novo presidente da Comissão de Educação da Câmara, enfrentou um ambiente hostil. Ele, que assumiu o cargo após uma eleição que o consagrou com 22 votos a favor, afirmou que, apesar de considerar sua presença um dever institucional, não pretende voltar a eventos similares, citando a hostilidade recebida de outros parlamentares como motivo.
Ferreiras, apesar das adversidades, notou um reconhecimento positivo por parte dos alunos presentes, contrastando com o tratamento recebido de seus colegas parlamentares. Ele sugere que as hostilidades eram sutis, consistindo principalmente em murmúrios e comentários baixos, mas destacou que se sentiu respeitado pela audiência estudantil, interpretando sua experiência como uma validação de seu papel fiscalizador.
Questionado sobre a natureza das hostilidades, o deputado atribuiu-as a colegas parlamentares, ponderando sobre como sua presença e a reação a ela poderiam ser retratadas pela mídia. Em sua visão, o evento serviu como uma oportunidade para provar seu compromisso democrático e desafiar narrativas que poderiam pintá-lo como traidor de suas bases bolsonaristas ou como alguém contrário ao diálogo e à educação.
Boa tentativa ???? pic.twitter.com/ToPKqES71g
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) March 12, 2024
Faz o L de…?????? pic.twitter.com/IHcUkpp5vd
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) March 12, 2024
Randolfe compara governos e manda recado a Nikolas Ferreira. Vídeo enviado à jornalista @deniseassis3, do 247 pic.twitter.com/PRenKLZSIf
— Brasil 247 (@brasil247) March 12, 2024