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O tenente-coronel do Exército Ronald Ferreira de Araújo Júnior, investigado por participar da elaboração de uma minuta para um possível decreto golpista contra a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma nova oportunidade para depor. Araújo Júnior, que inicialmente optou pelo silêncio durante seu depoimento à Polícia Federal, deseja esclarecer sua relação com os demais investigados na operação Tempus Veritatis, que também mirou figuras como o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros ex-assessores militares.
Segundo relatos, Araújo Júnior teria recebido documentos de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e colaborador da justiça, indicando supostas ações contrárias ao governo federal por parte de tribunais superiores. Esses documentos seriam usados para justificar a tentativa de subverter a ordem constitucional brasileira.
A defesa de Araújo Júnior, buscando afastar especulações sobre sua participação em qualquer ação que ameaçasse a democracia, argumenta a necessidade de prestar novos esclarecimentos à luz de recentes desenvolvimentos na investigação. Marcelo Costa Câmara, outro ex-assessor de Bolsonaro implicado no caso, também expressou desejo de depor novamente, visando colaborar com as investigações e esclarecer seu papel no monitoramento do ministro do STF, Alexandre de Moraes, parte do plano golpista.
As solicitações para novos depoimentos evidenciam a complexidade da trama investigada pela Polícia Federal e a importância de esclarecer todos os envolvimentos para proteger a democracia brasileira. A operação Tempus Veritatis e as investigações em curso refletem o compromisso das autoridades em punir aqueles que tentaram comprometer a ordem democrática e constitucional do país.
Com informações do Brasil 247
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