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Gleisi Hoffmann, presidente do PT e deputada federal, posicionou-se firmemente nas redes sociais contra a onda de críticas feitas por editoriais e colunistas da grande mídia, que têm atacado as diretrizes econômicas adotadas pelo presidente Lula, especialmente no que se refere à gestão das estatais brasileiras. Em suas palavras, Gleisi reforça que as ações vistas por alguns como "intervencionismo" nada mais são do que a execução da responsabilidade de governar para o bem da maioria, uma tarefa na qual Lula se destaca excepcionalmente.
Ela destaca que, sem a atuação decisiva do Estado e a existência de políticas voltadas para o desenvolvimento nacional, empresas fundamentais como a Petrobras, Vale e Eletrobrás não seriam hoje fontes de lucro e dividendos. Além disso, programas sociais e infraestruturais como o salário-mínimo, décimo-terceiro, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Universidades Federais, Ifes e a Farmácia Popular, assim como a manutenção do Sistema Único de Saúde (SUS), dependem dessa "intervenção" estatal.
A parlamentar também critica a perspectiva do mercado financeiro, ressaltando que a vida de um país não se resume aos interesses econômicos de uma minoria. Para Gleisi, as prioridades devem ser as necessidades básicas da população, como alimentação, saúde, educação e acesso a oportunidades — aspectos que o mercado por si só não é capaz de garantir. Suas declarações enfatizam a importância de uma governança que valorize a democracia e a justiça social, em contraposição à lógica excludente do mercado.
A defesa de Gleisi Hoffmann pelas políticas de Lula evidencia um compromisso inabalável com o fortalecimento das instituições públicas e a promoção do bem-estar social, princípios que contrastam com a visão de desenvolvimento proposta por críticos da atual administração.
Veja a publicação de Gleisi Hoffmann no X:
O que os editoriais e colunistas chamam com nojo de intervencionismo é na verdade a obrigação de governar para a maioria, que @LulaOficial cumpre melhor do que ninguém. Se não fosse a intervenção do estado e de governos voltados para o desenvolvimento do país, nunca teriam…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) March 13, 2024