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O Supremo Tribunal Federal, sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, conduz as investigações do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes. Já faz seis anos que esse crime chocou o Brasil, e a promessa de solução ainda ecoa nos corredores do poder.
Ronnie Lessa, ex-policial militar detido pelo envolvimento direto nas mortes, revelou em delação premiada os nomes dos supostos mandantes, acordada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. O avanço do caso ao STF, determinado pelo Superior Tribunal de Justiça diante das implicações reveladas, marca uma etapa crítica na busca por justiça.
Lessa mencionou uma figura pública, à época fora de cargo oficial, ligada aos assassinatos, direcionando o julgamento para o Supremo, o foro competente para casos envolvendo autoridades de alto escalão. Condenado por ocultar armas utilizadas no crime, Lessa, junto ao ex-PM Élcio de Queiroz, também delator, foram cruciais para entender a dinâmica e os responsáveis por esse ato que abalou os alicerces da democracia brasileira.
Esta evolução nas investigações reacende a esperança por respostas definitivas e por justiça para Marielle e Anderson, cujas vidas foram abruptamente interrompidas em março de 2018. A sociedade brasileira, ansiando por justiça, aguarda o desfecho desse caso emblemático.
Com informações de O Globo
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