URGENTE! Alexandre de Moraes derruba sigilo de depoimentos sobre tentativa de golpe

Portal Plantão Brasil
15/3/2024 12:15

URGENTE! Alexandre de Moraes derruba sigilo de depoimentos sobre tentativa de golpe

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Em uma ação determinante para a transparência e a justiça, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, tomou a decisão corajosa de levantar o sigilo sobre os depoimentos de uma série de militares e civis. Estes depoimentos, que até então estavam sob proteção, desvelam a tentativa descarada de golpe de Estado orquestrada sob o regime de Jair Bolsonaro, marcando uma era de desrespeito à democracia e à liberdade. A revelação destas informações vem em resposta a vários relatos jornalísticos que, mesmo diante de informações fragmentadas, já indicavam a gravidade dos atos discutidos.

Entre os depoimentos agora expostos, estão os de figuras de alta patente e influência, incluindo o próprio Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil; Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa; e Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Estes depoimentos são cruciais para entender a extensão dos planos antidemocráticos que buscavam minar as estruturas do país.

Particularmente chocante é o relato do ex-comandante do Exército, Marco Antônio Freire Gomes, sobre reuniões nas quais Bolsonaro discutia abertamente a execução do golpe, revelando a perigosa inclinação autoritária do ex-presidente e seus aliados. A decisão de Alexandre de Moraes de tornar públicas estas conversas é um passo vital na luta contra a impunidade e na preservação da democracia brasileira.

Os depoimentos detalham não apenas as tentativas de subversão da ordem democrática mas também expõem uma rede de colaboradores, desde advogados até militares de alta patente, todos alinhados com as ideias perigosas e antidemocráticas promovidas por Bolsonaro e seu círculo interno. Esta rede inclui figuras como Anderson Gustavo Torres, ex-ministro da Justiça, e Tércio Arnaud Tomaz, ex-assessor direto de Bolsonaro e membro do chamado "gabinete do ódio".

Este ato de transparência é um lembrete da importância da vigilância constante contra aqueles que, por ambição ou desinformação, buscam desestabilizar a ordem constitucional e democrática. O levantamento do sigilo dos depoimentos é um passo significativo para garantir que tais atos não permaneçam nas sombras, permitindo que a justiça prevaleça e que a população brasileira entenda plenamente as ameaças enfrentadas.

A decisão torna públicos os depoimentos de:

-Jair Messias Bolsonaro, ex-presidente da República;
-Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro em 2022;
-Valdemar Costa Neto, presidente do PL – partido pelo qual Bolsonaro disputou a reeleição;
-Augusto Heleno Ribeiro Pereira, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Bolsonaro;
-Carlos Almeida Baptista Junior, ex-comandante da Aeronáutica;
-Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha;
-Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército;
-Anderson Gustavo Torres, ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro;
general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, ex-ministro da Defesa;
-Filipe Garcia Martins Pereira, ex-assessor internacional de Jair Bolsonaro;
-Tércio Arnaud Tomaz, ex-assessor de Bolsonaro apontado como membro do chamado "gabinete do ódio";
general -
-Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército;
-Marcelo Costa Câmara, coronel do Exército citado em investigações como a dos presentes oficiais vendidos pela gestão Bolsonaro e a das supostas fraudes nos cartões de vacina da família Bolsonaro;
-Ailton Gonçalves Moraes Barros, capitão reformado do Exército expulso após punições disciplinares;
-Amauri Feres Saad, advogado citado na CPI dos Atos Golpistas como "mentor intelectual" da minuta do golpe encontrada com Anderson Torres;
-Angelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército que chegou a ocupar cargo de direção no Ministério da Saúde na gestão Eduardo Pazuello;
-Bernardo Romão Correa Netto, coronel do Exército;
-Cleverson Ney Magalhães, coronel do Exército e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres;
-Eder Lindsay Magalhães Balbino, empresário que teria ajudado a montar falso dossiê apontando fraude nas urnas eletrônicas;
-Guilherme Marques Almeida, coronel do Exército e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres;
-Helio Ferreira Lima, tenente-coronel do Exército identificado em trocas de mensagens com o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Barbosa Cid;
-José Eduardo de Oliveira e Silva, padre da diocese de Osasco;
-Laércio Vergílio;
-Mario Fernandes, comandante que ocupou cargos na Secretaria-Geral e era tido como homem de confiança de Bolsonaro;
-Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel do Exército.
-Ronald Ferreira de Araújo Júnior, oficial do Exército;
-Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, major do Exército.

Com informações do G1

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