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Em um revelador depoimento à Polícia Federal, Carlos de Almeida Baptista Junior, ex-comandante da Força Aérea Brasileira e tenente-brigadeiro do Ar, expôs uma tentativa de interferência na democracia brasileira por parte da deputada federal bolsonarista Carla Zambelli. A abordagem ocorreu após uma cerimônia em Pirassununga, São Paulo, onde Zambelli, de maneira audaciosa, solicitou que Baptista impedisse a posse do presidente democraticamente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, mantendo assim Jair Bolsonaro no poder.
Baptista rejeitou prontamente a proposta ilegal de Zambelli, reafirmando seu compromisso com a legalidade e a ordem constitucional. "Deputada, entendi o que a senhora está falando e não admito que a senhora proponha qualquer ilegalidade", foram suas palavras.
Este incidente não ficou isolado, pois Baptista também informou que o então ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, foi alvo de tentativas similares por parte de Zambelli. Este fato coloca em evidência a amplitude das tentativas de subversão à democracia, envolvendo nomes proeminentes ligados ao governo anterior.
O depoimento de Baptista é uma peça chave no inquérito que investiga a suposta conspiração para um golpe de Estado, destacando o perigo representado por tais tentativas de desestabilização. A ação de Zambelli, tentando cooptar lideranças militares para um ato antidemocrático, revela a extensão dos esforços para minar o resultado das urnas, mostrando a importância da vigilância e da defesa intransigente da democracia.
Com informações do Brasil 247
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