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Em um contexto marcado pela tentativa de obstruir a transição democrática, o ex-chefe da Aeronáutica, brigadeiro Baptista Jr., desvendou uma conspiração liderada pelo então ministro da Defesa, Paulo Sérgio de Oliveira, aliado de Jair Bolsonaro.
Em uma reunião, Oliveira tentou, sem sucesso, convencer os líderes das Forças Armadas a endossarem um golpe de Estado, visando impedir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. Este encontro, ocorrido no gabinete do ministro em 14 de dezembro de 2022, representou um momento crítico, onde Oliveira, após ser questionado, permaneceu em silêncio diante da possibilidade de bloquear a ascensão de Lula ao poder.
Baptista Jr., diante da gravidade do documento sugerido, recusou-se categoricamente a aceitá-lo, reforçando o compromisso da Força Aérea com a democracia. Este episódio evidencia não apenas a resistência interna contra tentativas de subversão democrática, mas também a fragilidade das investidas autoritárias no próprio governo Bolsonaro.
A inelegibilidade de Bolsonaro até pelo menos 2030, devido a condenações e investigações, juntamente com a possibilidade de extensão dessa inelegibilidade por mais de três décadas em caso de condenação por tentativas de golpe, ressalta a importância da vigilância constante contra ameaças autoritárias.
Com informações da revista Veja
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