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O ex-comandante do Exército, Marco Antonio Freire Gomes, expôs uma tentativa de golpe de Estado ligada ao governo Bolsonaro, sem tomar medidas contra o general da reserva e ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Este, do PL do Rio de Janeiro, buscou Jair Bolsonaro após a eleição de Lula, sugerindo uma "ruptura constitucional", abusando do artigo 142 da Constituição. A denúncia partiu de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, em comunicação direta com Freire Gomes.
Freire Gomes justificou sua inação afirmando considerar a proposta de Pazuello uma "questão política" que não exigia intervenção direta do Exército. Esta decisão deixou sem resposta a conduta golpista de Pazuello, que, mesmo na reserva, ainda possui obrigações legais perante as Forças Armadas.
A postura de Freire Gomes contrasta com a atitude da Marinha, que em 2022 puniu um almirante da reserva por criticar a politização das Forças Armadas. Pazuello, que estava na ativa durante seu tempo como ministro da Saúde, foi previamente isentado pelo Exército após participar de um ato político ao lado de Bolsonaro, indicando uma inconsistência no tratamento de questões políticas dentro das Forças Armadas.
Com informações do Brasil 247
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