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O presidente argentino, Javier Milei, está enfrentando uma série de denúncias criminais após promover a criptomoeda $LIBRA em suas redes sociais. A iniciativa levou milhares de investidores a aplicarem recursos no ativo digital, que posteriormente sofreu uma desvalorização abrupta, resultando em perdas superiores a US$ 4 bilhões e afetando mais de 40 mil pessoas.
As acusações, apresentadas por dirigentes políticos como Jonatan Baldiviezo e Claudio Lozano, apontam que Milei teria participado de uma "associação ilícita" responsável por uma "megaestafa" envolvendo a criptomoeda. O esquema é descrito como um "rug pull", onde desenvolvedores atraem investidores para inflacionar o valor do ativo e, em seguida, retiram os fundos, deixando os investidores com prejuízos significativos.
Em resposta, o gabinete do presidente negou qualquer envolvimento direto de Milei no desenvolvimento da $LIBRA e afirmou que a publicação nas redes sociais foi removida para evitar especulações. No entanto, a oposição política anunciou a intenção de iniciar um processo de impeachment, acusando-o de fraude e de utilizar sua posição para influenciar o mercado financeiro em benefício próprio.
A Câmara Federal argentina está programada para definir qual tribunal será responsável por conduzir o caso. Enquanto isso, o escândalo continua a repercutir no cenário político e econômico do país, levantando debates sobre a regulamentação de ativos digitais e a responsabilidade de figuras públicas na promoção de investimentos financeiros.
Com informações do Brasil247
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