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O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta quarta-feira (1º) a criação do Programa Nacional de Energia Geotérmica (Progeo), iniciativa que marca mais um passo do governo Lula na diversificação da matriz energética brasileira. A proposta pretende transformar o calor interno da Terra em fonte de eletricidade e calor direto, ampliando a oferta de energia limpa no país.
Hoje, mais de 90% da geração elétrica no Brasil já é de origem renovável, mas o Ministério de Minas e Energia (MME) considera essencial investir em fontes firmes e de baixa emissão de carbono, capazes de oferecer maior estabilidade e segurança ao sistema.
O Progeo contará com recursos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entre os pilares do programa estão a criação de um marco regulatório para o setor, o incentivo à pesquisa e inovação, a implementação de políticas públicas para o uso sustentável da energia geotérmica e o fortalecimento da cadeia produtiva nacional.
Além de reforçar a transição energética, a iniciativa também deve impulsionar a economia local em áreas de potencial geotérmico, com a criação de empregos e novas oportunidades de negócios.
O ministro Alexandre Silveira destacou que o país reúne condições únicas para explorar essa fonte. “O Brasil tem um potencial geotérmico expressivo em diversas regiões do território nacional”, afirmou. Para ele, o Progeo será decisivo para transformar esse potencial em “geração de energia limpa e estratégica para o futuro”.
Assim, o governo reafirma sua prioridade em construir uma matriz cada vez mais sustentável, reforçando o papel do Brasil como liderança global na transição energética.
Com informações do Brasil 247
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