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O vereador Jair Renan Bolsonaro (PL), filho de Jair Bolsonaro, voltou a passar vergonha pública ao subir à Tribuna da Câmara de Balneário Camboriú (SC). Em um discurso mal lido e cheio de tropeços, ele tentou justificar o genocídio promovido por Israel contra o povo palestino na Faixa de Gaza.
Renan, conhecido por sua enorme dificuldade em se expressar, papagueou argumentos rasos ao associar o massacre sistemático de milhares de civis ao ataque cometido pelo Hamas em 7 de outubro de 2023. O bolsonarista chegou a acusar quem critica Israel de ser cúmplice de “terrorismo”, repetindo a cartilha da extrema-direita internacional.
Em sua fala, citou a retirada da delegação brasileira da ONU durante o pronunciamento do primeiro-ministro de Israel como se fosse um ato condenável, ignorando que o governo Lula tem defendido ativamente a paz e denunciado os crimes de guerra cometidos pelo regime de Benjamin Netanyahu.
Num tom teatral, o filho de Bolsonaro chegou a mostrar um QR Code para os presentes, incentivando que “tivessem coragem” de assistir a vídeos de atrocidades. Segundo ele, quem condena Israel “não defende a paz, defende o terrorismo” — uma inversão grotesca da realidade que tenta criminalizar a solidariedade às vítimas palestinas.
A fala de Renan não surpreende. O bolsonarismo sempre esteve alinhado à política de guerra e opressão, tentando transformar em heroísmo um massacre condenado por boa parte da comunidade internacional. Enquanto o Brasil de Lula se coloca ao lado da vida, da paz e do direito dos povos à autodeterminação, a família Bolsonaro insiste em repetir discursos vergonhosos e submissos à extrema-direita global.
Assista ao deplorável espetáculo:
??URGENTE - Jair Renan Bolsonaro faz discurso em defesa de Israel na Câmara Municipal de Balneário Camboriú
— SPACE LIBERDADE ? (@NewsLiberdade) October 1, 2025
“Quem ataca Israel não defende a paz, defende o terrorismo.” pic.twitter.com/DohPiGgTK1