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A Polícia Federal utilizou softwares avançados de extração de dados, desenvolvidos nos Estados Unidos e em Israel, para acessar o conteúdo do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Os programas GreyKey e Cellebrite permitiram aos peritos romper as camadas de segurança do aparelho e realizar uma cópia integral da memória, recuperando mensagens, fotos, vídeos, registros de chamadas, documentos e até arquivos que haviam sido apagados. O procedimento foi realizado no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, em ambiente de acesso controlado, após o isolamento do dispositivo para impedir qualquer apagamento remoto de dados.
Conforme a PF, quando um celular é apreendido, o primeiro passo é isolá-lo para bloquear comunicações externas que possam acionar sistemas de segurança. Caso os métodos convencionais de extração digital não funcionem, os peritos podem recorrer a técnicas físicas como o chip off, que consiste na retirada direta do chip de memória para leitura das informações fora do aparelho. No caso Vorcaro, a perícia conseguiu êxito com as ferramentas tecnológicas, viabilizando a recuperação de diálogos que embasaram o relatório encaminhado ao STF, com menções a um possível pagamento de R$ 20 milhões a um resort ligado ao ministro Dias Toffoli e referências à sua ex-esposa. A investigação apura um suposto esquema de fraudes financeiras que pode ter movimentado até R$ 17 bilhões.
Com informações do Brasil247
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