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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal atuem com "liberdade" nas apurações sobre o Banco Master, sem pré-julgamentos. Em declarações em Salvador, ele comentou o afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria dos processos que envolvem o banco no STF, após relatório da PF apontar suspeição do magistrado em razão de negócios com um fundo ligado à instituição. Costa afirmou que "quando as provas aparecerem, as pessoas vão ter o direito constitucional e legal de se defenderem e vamos saber o que é verdade, o que é falácia, o que é especulação".
O ministro também foi questionado sobre a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), arrematada em 2018 por Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master. Costa explicou que a venda da empresa, que operava a rede Cesta do Povo, só foi possível na terceira licitação graças à inclusão do Credcesta, cartão de crédito consignado para servidores e aposentados. "Se não (estivesse inclusa a operação do cartão), nem tinha vendido. Se alguém pagou uma merreca de R$ 15 milhões, é porque tinha o cartão. Se não tivesse o cartão, nem isso tinha pago, porque ninguém queria pagar", afirmou. Segundo ele, a medida livrou o povo baiano de um prejuízo de quase R$ 200 milhões por ano com a manutenção de um supermercado deficitário.
Com informações do jornal O Globo
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