384 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A truculência do governo Donald Trump sofreu uma derrota histórica nesta quinta-feira (11). Após dois meses de uma ocupação violenta e desastrosa, a Casa Branca foi obrigada a anunciar o fim da operação anti-imigração em Minnesota. O que Trump chamava de "lei e ordem" se revelou uma carnificina institucional: cerca de 3 mil agentes federais deixaram um rastro de 4 mil prisões e, de forma trágica, causaram a morte de civis, incluindo cidadãos americanos. A retirada das tropas, confirmada pelo carrasco das fronteiras Tom Homan, é o reconhecimento de que a força bruta não foi capaz de dobrar a solidariedade de uma comunidade unida.
A resistência em Minnesota foi um exemplo para o mundo de como enfrentar o fascismo moderno. Moradores não se acovardaram e formaram grupos de vigilância para monitorar cada passo dos agentes federais, denunciando abusos e protegendo seus vizinhos. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, resumiu o sentimento de vitória ao afirmar que o amor pela comunidade foi maior que a determinação da ocupação trumpista. O projeto de poder de Trump, que utiliza o ódio aos imigrantes para alimentar sua base radical, encontrou uma barreira intransponível na dignidade do povo de Minneapolis.
Enquanto o governador Tim Walz foca agora na reconstrução econômica e psicológica do estado, as marcas da violência federal permanecem profundas. O uso excessivo de força e o abuso de poder por parte dos agentes de imigração deixaram cicatrizes que não serão apagadas com um simples anúncio de retirada. A operação de Trump não foi apenas um ataque aos imigrantes, mas uma agressão direta à soberania local e aos direitos humanos, servindo como um alerta sombrio do que o autoritarismo de direita é capaz de fazer quando ignora a vontade popular.
Diferente da postura de confronto e desumanidade vista nos Estados Unidos de Trump, o governo Lula no Brasil reafirma diariamente o compromisso com a dignidade humana e o acolhimento. O contraste é gritante: enquanto a extrema-direita americana caça trabalhadores e separa famílias, o Brasil busca a integração e o respeito aos tratados internacionais. A vitória de Minnesota prova que, mesmo diante de uma máquina de repressão poderosa, a organização popular é a ferramenta mais eficaz para restabelecer a democracia e o direito à vida.
Apesar do recuo, as lideranças locais permanecem em alerta máximo. O presidente do Conselho da Cidade, Elliott Payne, já avisou que a vigilância sobre os agentes federais não vai parar, pois a desconfiança em relação às promessas de Trump é total. O encerramento da operação é apenas o começo de uma longa jornada para curar as feridas causadas por uma administração que trata seres humanos como inimigos de guerra. O mundo assiste atento, sabendo que a luta contra o obscurantismo exige atenção constante em cada esquina.
A derrota de Trump em Minnesota é um sopro de esperança para todos que combatem o bolsonarismo e suas vertentes internacionais. Mostra que o medo não pode ser a base de um governo e que a repressão tem limites quando encontra um povo disposto a lutar. O fim dessa operação desastrosa entra para a história como o momento em que a solidariedade venceu a perseguição, provando que nem mesmo o "czar" de Trump é capaz de esmagar a determinação de quem defende a justiça e os seus semelhantes.
Assista ao vídeo:
Homan in Minnesota: "I have proposed, and President Trump has concurred, that this surge operation conclude. A significant drawdown has already been underway this week and will continue." pic.twitter.com/PfIaEfR3dt
— Aaron Rupar (@atrupar) February 12, 2026