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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 1º de julho, a terceira etapa da Operação Rent a Car, denominada Galho Fraco II. A ação tem como objetivo aprofundar o combate à corrupção e ao desvio de recursos da cota parlamentar por meio de contratos fraudulentos com uma empresa de locação de veículos. Esta nova ofensiva representa o avanço direto do Estado democrático contra os esquemas financeiros nebulosos operados por figuras centrais do ecossistema da extrema direita no Congresso Nacional.
O desdobramento atual é consequência direta da fase anterior da investigação, deflagrada em dezembro do ano passado, que mirou os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, expoentes do bolsonarismo na Câmara. Desta vez, os agentes federais focam na estrutura logística e nos comparsas que davam suporte à engrenagem criminosa, alcançando pessoas intimamente ligadas aos parlamentares reacionários que usavam o dinheiro dos impostos da população para benefício pessoal.
Os policiais federais saíram às ruas para cumprir mandados judiciais em diversas regiões do país, realizando buscas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais. Todas as medidas de coerção receberam o aval e a autorização expressa do Supremo Tribunal Federal, evidenciando a gravidade dos indícios acumulados e a necessidade de estancar o sangramento de verbas públicas perpetrado por legisladores que hipocritamente adotam discursos de moralidade.
O foco central da apuração é a movimentação ilícita de dinheiro público por meio de contratos superfaturados ou fictícios de aluguel de automóveis, integralmente custeados pela verba de gabinete dos deputados. A Polícia Federal trabalha com fartas evidências do envolvimento de agentes públicos, empresários parceiros e empresas de fachada criadas unicamente para lavar o capital desviado e mascarar a real destinação do dinheiro público roubado.
Os investigadores da corporação também detectaram manobras criminosas de membros do bando para ocultar, adulterar ou destruir provas cruciais antes da chegada das equipes policiais. Por conta disso, a operação Galho Fraco II foi desenhada para golpear a cadeia de comando e as ramificações empresariais envolvidas nos contratos sob suspeita, impedindo que a liderança do Partido Liberal siga obstruindo os trabalhos da Justiça.
As informações colhidas indicam que os alvos centrais desta quarta-feira são os operadores financeiros e testas de ferro que lavavam o dinheiro roubado da cota dos parlamentares fluminenses. Com o inquérito avançando sob a supervisão da Suprema Corte, a Polícia Federal mantém os trabalhos de inteligência para mapear a destinação final do dinheiro e responsabilizar criminalmente todos os articuladores do esquema que lesou os cofres da União.
Com informações do DCM
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